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Conheça a paródia pornô de Tron

maio 11, 2011

Poucas ocasiões tive oportunidade de assistir paródia tão hilária. Exatamente, porque Pron: The XXX Parody, não é só um bando de pessoas fornicando. Pron é humor nerd AND adulto de melhor qualidade. A produção da pouco conhecida Good Night Movies chega com tudo e abre ótimos precedentes. A produção dirigida por Lee Roy Myers é sátira do magnífico e icônico Tron, mas implementa também parte de Tron: O Legado. Nem mesmo a maré de processos judiciais por direitos autorais impediu brincadeirinhas com o nome de Flynn, personagem principal, que se tornou Flyng e muita foderola de classe, pelo menos na maior parte da película.

O filme começa com Flyng, na pele do ator Anthony Rosano exatamente como o personagem similar, tentando recobrar seus arquivos da mainframe de uma grande empresa inescrupulosa. Agora, não preciso lembrar a vocês amiguinhos que esse cara entrou para meus atores pornôs favoritos depois que viveu Mulder em The Sex Files. O cara é fantástico, pois além de proporcionar boas fodas das moçoilas tem um timing de humor inesperado. De qualquer forma, sua versão digital enfrenta um programinha fêmea que tem a pista de seus arquivos. Efeitos especiais “inacreditáveis”. A meterola começa junto com April O’Neil que pode ser uma dentucinha nariguda estranha, mas tem um corpinho invejável, magrinha com peitcholas fantásticas. Nem precisa dizer que é definitivamente a melhor cena do filme. Uma das melhores cenas de espanhola da atualidade, ouso dizer. É surpreendente, já que as melhores cenas ficam para o final. Depois de todas as posições e urros de “amor e paixão” possíveis, Flyng consegue a pista que precisa.

Na cena seguinte, seguindo a idéia do filme original, ele conversa com seus amigos, interpretados por Rocco Reed e a mais que fantástica Lexi Belle, a qual admito foi um dos principais motivos de ter escolhido essa película. Rostinho de ninfeta, corpo mignon, mas muita safadeza. Em uma cena que é provavelmente uma das mais hilárias, Flyng faz brincadeira com o nome Flynn e conta como as idéias de seus brinquedos sexuais foram roubadas por seu antigo colega e dono da corporação malvada. Simplesmente impagável. Depois ele se irrita e sai do recinto, o que abre espaço para mais fornicação. Cena em local apertado mas com boas tomadas. O fato de ser Lexi ajuda muito. ;]

Segue a história. A nossa amiguinha Lexi fala para Flyng que inventou algo como uma webcam só que melhor. Notem que o filme parece ser ambientado nos anos 80, então piadas e referências a respeito não faltam. Enquanto Flyng vai usando o computador para hackear a mainframe, é transportado para dentro do computador, como no filme original, só que de forma mais ridícula…

Em uma cena sem pé nem cabeça, começa uma foderola entre um tal de Tommy Pistol e Diamond Foxxx. Sério, ela é tão recauchutada que chega a dar agonia. A cena também é um dos pontos baixos do filme. Cena de boquete exagerado, mais para encher lingüiça e completar as mais de duas horas de filme. Peitcholas mal turbinadas e boca inchada de botox ou whatever. Realmente dispensável a cena que termina binariamente com o programa destruindo a putarda em uma gozada digital. É… isso.

Flyng cai de para-quedas na cena logo que acaba e então descobre que para encontrar o que precisa, tem que buscar por uma mulher – obviamente uma gostosona – que lhe dirá onde encontrar o Masturbation Control Program. Isso mesmo! Eis então que ele chega em um bar, que é o primo pobre do bar de Tron: Legado. Depois de piadinhas cretinas, ele encontra a gostosona na pele de Andy San Dimmas. Agora, para quem não se lembra, ela é Marge na paródia dos Simpsons, mas muito mais habilidosa ainda em filmes lésbicos. =D Ela avisa que as roupas dele estão desatualizadas e as troca pela versão modernets da mesma. Avisa que elas ficam fora de moda logo… ele brinca que é por isso que produtores fazem tantas seqüências. Épico.

Depois que Flyng sai, a gostosona fashionista encara um garanhão desconhecido. Agora, geralmente Andy é fantástica, mas nessa ocasião específica parece que não tem tanta química. A cena é até legal, mas Andy não tem corpão e seu triunfo geralmente é a putardice absurda que apronta com os protagonistas, mas nesse caso não foi 100%. Muitas posições, mas com pouco entrosamento. A peruca ridícula não ajudou também. O fim de uma fantasia com Tron: Legado.

Cena final, Flyng encontra uma guerreira que pode levá-lo até o Masturbation Control Program. Mais piadas de referência nerd e temos a nossa própria versão paraguaia de Olivia Wilde, a gostosinha mignon Zoe Voss. Ela fala que o levará até o programa fodelante, mas antes ele tem que fazer algo por ela… Garanto que manicure é que não foi. Cena maravilhosa, quase tão boa quanto a primeira. Ótimas posições e também novamente bom trabalho do diretor. Para encerrar muito bem. Depois de muita meteción, Flyng é indicado até o Mbp.

Para não dar spoiler, a forma como ele suborna o programa é no mínimo ridícula. Você ri para não chorar. Mas, no geral a película vale alguns pontos. Anthony Rosano salvou a película com suas gostosas, assim como Lexi Belle, mas com certeza não é a mais fantástica do planeta. Daria um 4 de 5 para ela, mesmo assim recomendando muito pelas primeiras e última cenas. De qualquer forma, as referências fazem um “deve ser visto” para nerds. Quem é fã de Tron então, seria obrigatório. Nada diretamente relacionado a película, mas… Viva as paródias!

Abraços

Mestre Soleon

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